o mês de contos de fadas na blush está sendo de longe um dos nossos favoritos até agora. nas nossas indicações de julho, viajamos por lugares mágicos, passamos por experiências life changing em shows, livros fantásticos, poemas sobre o amor e a natureza, filmes de sereias, fadas e elfos, visitamos cavernas místicas, revisitamos histórias de faz de conta que inventávamos na infância e escutamos músicas que se confundem com cantos místicos de outros mundos… esperamos que gostem dessa viagem e que possam se perder um pouquinho do mundo moderno nas criações que separamos aqui.
❀ dressa ❀
playlist
aurora – björk
seer – 8485
planet hunter – wolf alice
turbines/pigs – black country, new road
faust – bladee, ecco2k
sea, swallow me – the cocteau twins
bodyache – purity ring
green green grass of tunnel – múm
alien observer – grouper
world ♡ princess – grimes
people always look better in the sun – soko
black lake – björk

live at bush hall
black country, new road
2023
Conheci Black Country, New Road no lançamento do segundo álbum deles, Ants From Up There, e fiquei obcecada por muitos meses, ouvindo suas letras depressivas e chorando de uma ponta a outra do metrô. Pouco antes do lançamento, o vocalista Isaac Wood saiu da banda, e o restante teve que criar novas músicas para uma turnê já marcada, resultando no álbum Live at Bush Hall.
Fui ao show deles aqui no Rio de Janeiro no ano passado, no C6 Fest, e eles performaram apenas esse novo repertório, sem os hits que o público esperava. e Foi uma experiência de outro mundo. Suas músicas são bem diferentes do que ouvimos antes – acho toda essa criação no meio do caos algo mágico por si só. e Fiquei encantada com a presença de palco da banda, que se mostrou vibrante e mais simpática do que eu esperava.

Estou indicando o álbum por algumas de suas letras remeterem a contos de fadas e também por seus instrumentais encantadores, que criam uma atmosfera mágica e melancólica, cheia de melodias triunfantes e belas, climaxes grandiosos e suspense (mesmo quando há letras ordinárias sobre autossabotagem e decepções amorosas). Os vocais das meninas May, Tyler e Georgia (que é do duo Jockstrap, caso você não saiba… ela faz tudo) me deixaram muito feliz e satisfeita; me lembram Joanna Newsom, Fiona Apple e todas as mulheres mágicas que amo ouvir.
recomendo muitíssimo assistir à gravação que eles postaram em seu canal, com temática de prom night. é a coisa mais fofa do mundo. eu ❤ eles demais. e também amo o fato de que conheci meu namorado na fila desse show e o assistimos juntos. acho que as gravações que fiz no meu iphone 7, com a bateria prestes a explodir e metade da tela queimada, não transmitem tão bem o quão lindo e mágico foi essa noite. mas, se alguém quiser, posso inserir alguns clipes aqui. 🙂
faixas que eu mais ❤: laughing song, turbines/pigs, dancers e i won’t always love you



the pisces
melissa broder
2018

eu amo a melissa broder. eu a amo desde antes de saber que era ela por trás da conta @sosadtoday e agora a amo por escrever livros que falam pelas minhas neuroses, minhas obsessões, meu comportamento às vezes muito permissivo e hedonista, sobre como o peso da nossa existência é meio que um saco… desde que comecei esse blog e tive a ideia de fazer um quadro de indicações que estou ansiosamente esperando o momento de recomendar minha autora contemporânea favorita. não consegui terminar de ler sally rooney e nem gostei tanto assim da ottessa moshfegh, acho que falta nelas algo que encontrei só na melissa (por falta de palavras: sally rooney = girls that poop e melissa broder = bitches that shit). sendo sincera, não acho que ela está entre as melhores autoras que já li, mas sinto uma identificação muito forte na sua escrita confessional, na loucura das suas personagens e como mesmo no meio de tanta apatia ela não consegue fugir completamente de sua ternura. às vezes temos amor demais no coração, ou somos muito sensíveis e por isso viver dói demais… e precisamos encontrar maneiras de lidar com isso. e talvez seja aqui que eu me encontro com melissa.
em the pisces, a protagonista é uma mulher de quase 40 anos que está sofrendo uma crise existencial após o término de um longo relacionamento. para fugir da realidade e tentar se recuperar, ela se muda para a casa de sua irmã em venice beach (tenho que falar também que acho esse livro muito o álbum norman fucking rockwell da lana del rey, esteticamente). lá, ela acaba desenvolvendo uma obsessão por um tritão bonitinho chamado theo, com quem inicia um romance. não sou uma pessoa que lê fantasias, minha lista de leitura acaba indo mais para o confessional, ensaios e romances etc. mas fiquei tão envolvida com a personagem deprimida que estava prestes a desistir de sua tese sobre sappho para poder espiralar à vontade sobre seu término que deixei o tritão passar. e que bom que deixei! o livro explora temas como desejo, solidão, a busca por sentido em meio ao caos das emoções humanas, e traz cenas de primeiros encontros esquisitos, terapia em grupo, melancolia à frente de corpos de água, sexo com humanos, sexo com tritão… isso tudo com uma mistura de humor e melancolia que me agrada muito, de uma forma que só alguém que escreveu so sad today saberia fazer.







as pinturas de evita flores
conheci a arte de evita flores pelo instagram e me apaixonei instantaneamente pelos seus trabalhos que misturam contos de fadas e erotismo. também amo desenhar fadas e meninas mágicas (escrevi um pouco sobre isso aqui), e adoro quando encontro artistas que incorporam sua personalidade nesse tema de forma tão autêntica e bela.

2022

2023

2024
amo seus quadros cor de rosa com dezenas de personagens mágicos, que à primeira vista parecem apenas um reino encantado, mas que ao olhar mais perto, você encontra cenas de fetiche e orgias acontecendo na floresta mágica ou dentro do castelo. em 2021, flores participou do livro ‘fairy tales’ da petra collins, e fiquei tão animada com essa colaboração que comprei uma cópia do livro para mim.

2023


crest
bladee & ecco2k
2022
suffering stops, bodies drop
flowers sprout, bloom, die and rot
therefore, I am, you are not
beautiful dream, which I forgot
come evening sun, come darkness, come
come as you are, dance to our song
life finds a way, how to portray
the mirrors change, the story stays
quando esse álbum saiu eu ouvi ele todo dia por mais ou menos 1 mês. nessa época, meu pai me levava todo dia para a faculdade de manhã, passando pelo alto da boa vista, e essa foi a trilha sonora perfeita para ficar olhando as árvores em silêncio às 6h da manhã. a sensação de paz e a atmosfera etérea de crest se encaixaram perfeitamente nesses meus momentos de introspecção matinal.
esse é um álbum muito bonito e confio tanto nisso que já indiquei ele para amigos que nem gostam do bladee ou do ecco2k, e essas pessoas se surpreenderam com ele 🙂 não quero tentar explicar porque ele é tão bom ou porque se encaixaria nesse tema de alguma forma, só quando ouvir que se entende… ele é mágico para mim. me sinto como uma ninfa da floresta quando ouço.
faixas que eu mais ❤: the flag is raised, faust, girls just wanna have fun e white meadow
❀ gabi ❀
playlist
long forgotten fairytale – the magnetic fields
symbiosis – okay kaya
sprout and the bean – joanna newsom
salt of the earth (h20me) – eartheater
frosti – björk

2004

2005
cecelia condit
esses dois curtas da cecelia condit são como historinhas de faz de conta infantis, e é impressionante como ela traduz de forma tão fiel as invenções que as crianças conseguem criar com a própria imaginação e sentimentos, que são ao mesmo tempo tão inocentes e tão complexos e profundos. eles fazem eu me lembrar vividamente de como eu me sentia e pensava quando eu era uma menina meio solitária que inventava histórias mirabolantes sobre tudo que acontecia à minha volta, porque nada acontecia na minha vida real, ou porque eu não gostava de nada que acontecia nela.
❀
le roi des aunes
marie-louise iribe
1931

baseado num poema do goethe, eu assisti esse filme no cine brasília há um tempo, e ele me marcou mais do que eu esperava. as cenas de sobreposição das fadas no lago e nas florestas, a música, a magia de assistir no cinema quase dormindo, eu me senti mesmo como se estivesse assistindo/ouvindo uma história pra colocar criança na cama…
❀

lady in the water
m. night shyamalan
2006
não conseguiria não citar esse filme, por mais que ele seja um assunto mais à parte com relação à temática das outras obras, o reizinho das histórias fantásticas, shyamalan, não merece ficar de fora dessa. um conto de fadas moderno, uma história de esperança mágica nos dias sem graça do mundo de hoje. a criatura mística story e a água tem uma presença muito específica, graciosa e satisfatória, no quesito de sentidos físicos mesmo. me senti extremamente conectada com esse filme, deve ser coisa de pisciana.
❀ jejé ❀
playlist
zombie girl – adrianne lenker
cloudbusting – kate bush
the sky opened up – angel olsen
i like giants – kimya dawson
nightmusic – grimes & majical cloudz
Sleeping in the Forest
I thought the earth remembered me, she took me back so tenderly, arranging her dark skirts, her pockets full of lichens and seeds. I slept as never before, a stone on the riverbed, nothing between me and the white fire of the stars but my thoughts, and they floated light as moths among the branches of the perfect trees. All night I heard the small kingdoms breathing around me, the insects, and the birds who do their work in the darkness. All night I rose and fell, as if in water, grappling with a luminous doom. By morning I had vanished at least a dozen times into something better.
nessa coleção com mais de 200 poemas, Mary Oliver te faz enxergar o mundo com um olhar mais gentil. esse livro é para mim como um portal para um mundo espiritual onde a natureza toma conta de mim, onde posso encontrar um refúgio nas árvores e flores e borboletas, que há algo sagrado numa trilha de formiguinhas carregando folhas pequetitas… nos conselhos e pensamentos de Mary, eu termino essa leitura me sentindo renovada, com vontade de viver mais um dia, de tomar mais um café da manhã, de catar conchinhas na praia, de sentir o sol na minha pele, de escutar a chuva antes de dormir como uma canção de ninar, de saber que na natureza, no mundo, tem um lugar reservado pra mim, que eu pertenço aqui.

The Summer Day
Who made the world? Who made the swan, the black bear? Who made the grasshopper? This grasshopper, I mean – the one who has flung herself out of the grass, the one who is eating sugar out of my hand, who is moving her jaws back and forth instead of up and down – who is gazing around with her enormous and complicated eyes. Now she lifts her pale forearms and thoroughly washes her face. Now she snaps her wings open, and floats away. I don’t know exactly what a prayer is. I do know how to pay attention, how to fall down into the grass, how to kneel down in the grass, how to be idle and blessed, how to stroll through the fields, which is what I have been doing all day. Tell me, what else should I have done? Doesn’t everything die at last, and too soon? Tell me, what is it you plan to do with your one wild and precious life?



❀ jul ❀

rusalochka
vladimir bychkov
1976
A little Mermaid falls in love with a Prince whom she saves during a storm. Using all kinds of magical incantations in exchange for the Mermaid’s beautiful blue hair, a witch replaces her fish tail with human legs, making it possible for the Mermaid to walk and live on earth at the cost of great pain with every step she takes. The Little Mermaid willingly suffers through these trials only to be near her beloved. But the Prince, not realizing how lucky he is, becomes enamored with a beautiful but vain princess.

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healing grotto
cindy baedman
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❀ Lua ❀
playlist
Asleep Among Endives – live at Milton Court, London, 2022 – Ichiko Aoba, 12 Ensemble
In A Small Valley – Ana Roxanne
Family Tree (Intro) – Ethel Cain
It’s A Rainy Day On The Cosmic Shore – Ana Roxanne
Hagupit – live at Milton Court, London, 2022 – Ichiko Aoba, 12 Ensemble
Geyser – Mitski
A Running Start – Sufjan Stevens
Paprika – Japanese Breakfast
La neige – Safia Nolin
River – Joni Mitchell
Soft Sounds From Another Planet – Japanese Breakfast
Freazy – Wolf Alice
quando terminei de reunir essas mídias, percebi que todas, seja de forma objetiva ou pessoal, estão associadas com água. contos de fadas falam de terras encantadas, mas acho que essas mídias vêm de águas encantadas. não sei de qual fonte são mas adoraria um golinho dessa bebida.

Água viva
Clarice Lispector
1973
“Mas conheço também outra vida ainda. Conheço e quero-a e devoro-a truculentamente. É uma vida de violência mágica. É misteriosa e enfeitiçante. Nela as cobras de enlaçam enquanto as estrelas tremem. Gotas de água pingam na obscuridade fosforescente da gruta. Nesse escuro as flores se entrelaçam em jardim feérico e úmido. E eu sou a feiticeira dessa bacanal muda. Sinto-me derrotada pela minha própria corruptibilidade. E vejo que sou intrinsecamente má. É apenas por pura vontade que sou boa. Derrotada por mim mesma.”
Sempre que falo de Água viva pra alguém, eu falo que amo e complemento que nenhuma droga me daria a mesma brisa que esse livro me deu. Não sei explicar isso sem parecer boba, mas eu sentia minha respiração seguindo a respiração do livro, como se nós dois estivéssemos imersos em água, em um espaço que é tão real e não real ao mesmo tempo.
Quando mais nova, a escrita da Clarice foi algo que eu não conseguia entender de primeira, cheguei até a achar que Clarice não era algo pra mim. Mas esse livro mudou todo esse pensamento e essa frustração de não entender quando percebi que eu cheguei em um entendimento só me deixando sentir e ser guiada pelas linhas que eu lia.
Enquanto li, aprendi muitas palavras novas, tive sensações de pisar em terra molhada e sentir cheirinho de chuva e tive angústias descritas de formas que nunca imaginei (enquanto leio isso, escuto In A Small Valley da Ana Roxanne, que tem sons de água).
“世界のふちで 銀河に耳を澄ませて そよ風 踝に光るリンドウ 丸めた大地のてのひらに つつまれたら 甘く苦い
アンディーヴと眠って いまは 世界も目を閉じて わたしたちを隠して”
At the edge of world/ We strain our ears to hear the galaxy/ A gentle breeze, your ankle/ Outlines the bellflowers/ The palm of my hand, curled in the soil/ When it envelopes yours/ It’s bittersweet/ Asleep among endives/ Now, the world too/ Closes its eyes/ Concealing us
Faz alguns meses que estou tendo um caso de amor com essa gravação de uma performance da Ichiko Aoba onde ela performa as suas mais mágicas e encantadoras.
Sempre que escuto essas músicas penso em gotinhas de chuva caindo, e um cenário com árvores cobertas por orvalho e um céu azul e rosa perolado. É quase como se tudo que ela produzisse representasse um planeta que não existe. Não tem como explicar, é um conforto misterioso e encantador.
Ophelia
John Millais
1851

“Mas a beleza, senhor, com quem poderia ter melhor comércio do que com a decência?”
Quando li Hamlet, eu entendi por que a Ofélia foi e ainda é uma musa por tantos olhos. Sua história é trágica e teve um fim de forma quase que enigmática, já que não é mostrado na peça como ela de fato se foi. Não é à toa que a maioria das pinturas da personagem situam sua figura em um lago, com flores – seus últimos momentos, uma forma de imaginar como seria essa cena.
A minha pintura favorita é a do John Millais. Ela que me fez querer ler Hamlet e saber da história da Ofélia, e até hoje sou apaixonada por cada florzinha e detalhe do vestido que existe nesse trabalho.
Millais pintou primeiro o cenário onde inseriu sua Ofélia, deu tanta importância pra esse lugar que não é mostrado na peça, mas que pra essa pintura, precisou de todos os detalhes imagináveis e trouxe pra essa cena trágica um beleza mágica e fantasiosa.
Não existiria essa pintura se não existisse Ofélia, mas se não se sabe da existência de Ofélia, essa figura na pintura parece uma fada, uma personagem mágica, sendo levada pela água.
Te amo Ofélia.
❀ sofia ❀
playlist
Mother Nature’s Bitch – Okay Kaya
O Vira – Secos e Molhados
Nature Boy – Nat King Cole
Mestre Jonas – Sa, Rodrix & Guarabyra
Rainy Poppy Field – 800 cherries
Butterfly – Grimes
Doce Vampiro – Rita Lee e Roberto de Carvalho
I Lost Something in the Hills – Sibylle Baier
I Have Considered the Lilies – Connie Converse
The princess and the clock – Kero Kero Bonito
Scarborough Fair – Simon & Garfunkel
The Caterpillar – The Cure
Come to my Garden – Minnie Riperton
Here Before – Vashti Bunyan
Walking in the Air – AURORA
Alice – Avril Lavigne
Over the Garden Wall
(2014)

Fiquei pensando se esse era o momento certo pra falar sobre esse desenho, se não era melhor esperar até outubro… mas na verdade não tem hora melhor que essa, over the garden wall, ou o segredo além do jardim, é basicamente um conto de fadas de medo kkkkkkk.
A mini série conta a história de 2 irmãos que acabam se perdendo em um lugar misterioso e precisam achar o caminho de volta pra casa. Eu me lembro quando o desenho foi lançado no Cartoon Network e eu tinha muito medo de assistir mas acabei me apaixonando e desde então eu reassisto tudo sempre que posso.
Eu decidi trazer como indicação esse mês já que além de obviamente representar o tema nos personagens de criaturas fantásticas, cenários misteriosos, e histórias mágicas, pra mim a série também conversa com o tema em um nível mais profundo, falando sobre amadurecimento, sobre a transição e o contraste entre a criança interior e as responsabilidades da vida adulta.

além disso, as músicas feitas pra série são simplesmente divinas então também quero deixar aqui uma menção honrosa pro álbum da trilha sonora.

enfim, tenho muito carinho pela série , acho que muita gente já assistiu então sei que não tô indicando nada de muita novidade mas sei que Over the garden wall merece ser citado com destaque no tema de conto de fadas.

❀ catarina ❀

Ys – Joanna Newsom
(2006)
Quando escolhemos esse tema, eu pensei automaticamente nesse álbum!!!! Quando eu escutei Ys pela primeira vez do começo ao fim foi como escutar meus batimentos cardíacos se encaixando com a melodia e me despedindo de uma existência antes diferente. Por conta do tom épico e drámatico, mas muito doce também. Principalmente a música Only Skin, que eu recomendo fortemente.
Max Klinger, La sirene (1895; oléo sobre tela, 100 x 185 cm)

Eu me deparei com essa pintura em uma viagem durante o mês Fadas da blush. Eu amo quando contos de fadas ou mitologia tem uma relação com erotismo. Como ninfas ou sereias que tem o poder de persuasão assassina com canto.
Pra mim, o olho vermelho e o erotismo do casal são elementos mais místicos do que a cauda de sereia em si. Ver essa pintura no meio de outras clássicas e realistas causa uma sensação de que o autor tava tentando esconder as escamas, chamando mais atenção pros outros elementos, como se a cauda fosse natural e humana.

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