Categoria: textos
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✷ textosPÁSCOA NO JAPÃO | PARTE II: BELEZA & TRISTEZA | CAPÍTULO I
melting moment | the old capital | prey mode | arashi
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✷ textosPÁSCOA NO JAPÃO | PARTE I | CAPÍTULO III
violence at noon | malice doll | the cup of apollo | gayjin | guilty of romance | end of small sanctuary | turning japanese
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✷ textosPÁSCOA NO JAPÃO | PARTE I | CAPÍTULO II
cherry blossom boy | hysteric glamour | topaz | gran pulse | koenji | tag
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✷ textosPÁSCOA NO JAPÃO | PARTE I: PRIMAVERA AZUL | CAPÍTULO I
layer 0 | boarding gate | hard focus | sur le quai du gare/dans un dernier regard | suntory
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✷ textos2020 [[[[[[[[ faiseuse d’anges
qualquer simetria com a realidade talvez seja proposital, meio milhão de vezes por ano, eu acho.
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✷ textoseu sou uma pessoa excessivamente sensível ou o mundo é brutal demais para o nível de informação que temos?
um ensaio sobre imagens de violência, algoritmo e a ética de continuar olhando
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✷ textoseu odeio o meu quarto
identidade já foi a minha maior fonte de felicidade; hoje, me aprisiona – e se o meu quarto me aprisiona, se a internet me aprisiona, se meu trabalho, minhas roupas, minhas maquiagens, tudo me aprisiona, santo deus, o que me liberta?
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✷ textosquasi-toques
sinto que o toque restitui meramente nossa distância. ao deslizar a ponta dos meus dedos, lhe mostro o silêncio. não há mais necessidade de dizer mais nada. meu ‘‘boa noite’’.
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✷ textosO algoritmo não sabe que a gente terminou
podemos fazer todo o esforço do mundo pra não coabitar com alguém no ciberespaço. nada disso vai te impedir de ver alguém que você já amou profundamente na aba “pessoas que você talvez conheça”. sempre que isso acontece, dou uma risada de canto por causa da palavra “talvez”.
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✷ textosritmo de algol
nessa história, pode ser torre, pendurado, roda ou mundo. o movimento é sempre constante. o rolar das nossas telas é como essa queda. as imagens vão para cima como se nós fossemos para baixo. vamos caindo infinitamente. como alice quando cai no buraco atrás de um coelho branco reclamando estar atrasado.
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✷ textosrede algorítmica de haraway
precisamos compreender que não há posicionamento inocente: como aprendemos a ver? como aprendemos a discernir a partir dos sentidos? gosto muito de quando ela fala que “ser” é muito mais problemático e contingente e, portanto, tentar ver a partir de um lugar estático (a identidade como essencial) é simplesmente um sistema fadado ao fracasso.
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✷ textoso que perdemos quando deixamos de procurar
este ensaio não busca responder como vencer o algoritmo, mas talvez insinuar como brincar com ele. se os algoritmos são feitos de padrões, talvez a resposta esteja no desvio, no erro, no que não escala, no que não vende.
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preservando o passado digital: um mini guia de arquivamento da web
como grande parte da nossa cultura hoje acontece online, sem a dedicação de arquivistas e organizações fazendo esse tipo de trabalho, corremos o risco de perder o registro de quem somos.
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utopia da recompensa: tecnodiversidade e linguagem
é difícil lidar com o fato de que não tem recompensa.
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adrian&coca cola
em paixão simples, a ausência como mais alta forma de presença é exemplificada nas promessas que Ernaux faz pra ela mesma no decorrer da sua rotina, ela dá dinheiro aos pedintes e faz desejos, ela espera que em troca o amante dela ligue. dias ou tarefas normais são amaldiçoadas pela ausência de alguém e te…

