desde os primórdios, o computador nasceu inspirado pelo tear, pela laboriosa tecelagem das mulheres, antes mesmo dos arquivos virarem pastas frias…



hoje, navegamos por uma internet que aprisiona em algoritmos, mas também pulsa com a possibilidade de resistência, reescritura e caos criativo.
como habitar esse espaço quando a cultura virou mercadoria e os algoritmos desenham caminhos invisíveis, quase intransponíveis? há alguns anos atrás, navegar era um ato de curiosidade e invenção, experimentação e descobertas. nos próximos meses, a blush propõe um desvio: habitar a internet não como quem consome, mas como quem compõe. reimaginar a internet é devolver a ela seu caráter experimental; um espaço para o erro, a subversão, o brincar, a lentidão e a reconfiguração.











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confira o edital de participação da edição de julho & agosto aqui.
texto por dressa constantino
arte por julia lacerda



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