em tempos em que as palavras “performatividade” e “algoritmo” evocam um terror pelo desconhecido, se faz necessária uma conversa sobre as performances nas redes sociais, no que tange a relação entre arte x artista x vida pessoal. assim como o esgotamento mental frente a isso, devido a utilização de uma técnica dominante no campo da tecnodiversidade. isto é, a performatividade midiática estar atrelada a ideais voltados ao neoliberalismo e controle biopolítico, baseadas numa lógica castradora capitalista, em detrimento da possibilidade experimental que as mídias sociais apresentam para trabalhos artísticos serem desenvolvidos. uma vez que performar é um impulso presente na história da humanidade, existe uma naturalidade no desejo humano de ser visto segundo sua própria lógica e estética. a performance, nesse sentido, é uma forma de comunicação e uma linguagem.
para aprofundar essa análise, trouxe eduardo montelli1, artista, pesquisador e professor, formado em artes visuais pelo instituto de artes/UFRGS, mestre em poéticas visuais pelo PPGAV do instituto de artes/UFRGS, doutor em linguagens visuais pelo PPGAV da EBA/UFRJ, meu ex professor de faculdade, um dos meus orientadores de TCC e amigo.
lendo a tese de doutorado dele, “o enquadramento performativo como trabalho de arte”, no qual, sua proposta parte do estudo e investigação acerca da influência de enquadramentos performativos (imagens, textos, documentações, perfis virtuais, portfólios, currículos, etc) sobre processos de formação e subjetivação, especialmente, aqueles que dizem respeito ao sujeito “artista”. e, um texto que ele me mandou e que só li três anos depois (risos), “chatgpt, or the eschatology of machines” de yuk hui, uma análise que busca repensar o que a inteligência artificial representa, uma vez que a sua aplicabilidade mais comum, a de simulação de comunicabilidades desperta um temor quase apocalíptico, em detrimento do que a sua técnica pode nos beneficiar.
então, fiz alguns questionamentos que foram só o ponto de partida para nossa discussão.

camila2: edu, sobre a segunda parte da sua tese, “o serviço e a recompesa”, sobre o rapto de ganimedes, você diz que:
“tal modelo indicaria que a transformação da própria existência em um espetáculo tecnológico, capaz de capturar atenções e despertar desejos de consumo, é o caminho para a obtenção de sucesso individual em uma sociedade dominada pela racionalidade neoliberal”.
resumiu o instagram e o tiktok, né? e eu percebo que antes, esses atos performáticos tinham um viés mais ostentativo e de criação de personas “perfeitas”, mas acho que algo foi mudando… já estamos esgotados disso e queremos ver também algo de vulnerabilidade para auto identificação, o que não deixa de ser mais uma performance. um exemplo bem direto do conceito de serge margel do deus demiurgo que cria seu mundo a partir de seus desejos e vontades, mas que está morrendo. é essa relação de criação x pulsão de morte.
edu: essa ideia de ascensão de um mito na sociedade, eu pego do gilbert durand, que ele fala da mitanálise, a análise a partir de mitos. daí ele fala que em cada sociedade há seus mitos e influências mitológicas e, o mito para ele, é uma forma de expressar/comunicar questões primárias do ser humano, que existem antes da nossa capacidade de racionalizar, de colocar em palavras, de explicar de maneira científica. então, os mitos tocam nas nossas partes mais vulneráveis e inconscientes, temos coisas muito próximas e parecidas com o que era lá no início, de quando éramos bebês ou no início da humanidade mesmo. e o mito de ganimedes fala sobre uma criança humana muito bonita e especial, que zeus percebe nele uma beleza quase divina. zeus então, se transforma em águia, e aqui, há uma possível de indicação de abuso sexual e em seguida o sequestra, para ele se tornar servo dos deuses. além de receber como homenagem, a constelação de aquário, representando ganimedes carregando o líquido sagrado, o néctar, o alimento dos deuses. e ela se encontra do lado da constelação que representa uma águia, mostrando essa história por uma representação astrológica. e me interessa porque fala de uma servidão quase voluntária, ele não pede para viver nada disso, mas a mitologia trata como algo glorioso. ele teve a sorte de ser escolhido por zeus. ele sai da vida mortal e comum e é elevado aos céus. como se tudo valesse a pena em prol de uma vida superior, glamurosa, estelar. e temos isso muito presente na sociedade, essa vontade de virar estrela. e ganimedes literalmente vira uma. então há essa ideia de que passando por um certo sacrifício de si, de passar por abusos e pelo desejo de algumas figuras de poder, ser desejável por elas, se poderia acessar essa nova vida. e isso é muito comum na nossa sociedade capitalista, principalmente para os jovens, porque ganimedes substitui hebe, a deusa da juventude. e se pensar uma espécie de “men gaze” na juventude, que olhar é esse para quem o jovem está performando? que poder é esse? a quem precisa agradar? e penso para o campo da arte, a gente lida muito com essa ideia de estrelato. além de uma obra de arte a gente performa um certo modo de ser. além de se vender um produto, se vende o sujeito como uma obra. e eu relaciono o rapto de ganimedes com essa contemporaneidade performática, no qual a gente tá sempre querendo ser o escolhido, passar em editais, ser o mais bonito, o com mais curtidas. isso nos guia de alguma forma. e nossa sociedade estimula isso, que ao invés de lidar com nossos medos e inseguranças de maneira reconfortante, estimula para poder se ganhar em cima disso.
camila: e isso é uma questão na arte. é intrínseco quase nas manifestações contemporâneas, de se mostrar vulnerável e isso ser visto como mais profundo, real e cru. denominações essas que eu abomino quando se refere a arte. é a mais rasa das críticas e o pior dos elogios. óbvio que é real, foi vivido e sentido! seja de que forma for, mas de certo modo me incomoda, nessa venda do eu sensível. provavelmente deve ser por isso que parei de escrever sobre mim mesma, meu pessimismo é radical.
edu: pois é, e na internet a gente também vê muito disso, por exemplo, com movimento body positive ou esse desejo de produzir e postar menos. por um lado, mas, agora eu vejo a volta da magreza extrema, mostrando que não seria uma mudança mesmo, só um modismo e uma nova maneira de se ganhar dinheiro, que, quando não é mais interessante, é substituído. então sim, vemos que tem por um lado dessa vontade de querer sair desse lugar da perfeição, mas também o de ser o escolhido, o melhor, a melhor versão de si mesmo, a que mais agrada, a que mais atrai e no fim, é a mais falsa e verdadeira. é só uma imagem projetada no céu, a carne de ganimedes está lá servindo os deuses.
camila: é igual a nossa projeção nas telas, nossos stories perfeitos em sua imperfeição de capturar e narrar vivências, essas histórias fragmentadas de quem somos, na verdade, do que escolhemos mostrar, que não deixa de ser verdade, mas é uma encenação da vida, tem o ludismo de postar com o intuito de alguém gostar, enquanto nosso corpo real apodrece dentro dessas idealizações e expectativas. e do ano passado pra cá vi muitos amigos e eu inclusive, querendo mais que o detox das redes, mas procurar uma nova alternativa para passar o tempo que não fosse na internet. mas será que não estamos fadados ao fracasso em relação a isso? você disse: “fantasia de liberdade como emancipação completa de toda materialidade”. seria o caso? se perder no imaginário de um passado que não vivemos (como adultos) como válvula de escape para nossa atual realidade?
edu: acho que existe esse movimentos de expor “ah você não precisa trabalhar tanto”, “você não precisa ter esse corpo”, etc, e eu vejo isso, porque a internet abarca todos esses discursos. só que, mesmos esses discursos, eles vão se validar por ter mais ou menos curtidas. ou até transformar essas menções de detox em uma forma de conteúdo, de montar o post e de gerar engajamento de pessoas que pensam parecido em relação a isso. o gesto de querer não fazer conteúdo, vira conteúdo. é a coisa da captura/rapto, a gente não escolhe, já estamos nisso. e todas as tentativas de sair, acabam reproduzindo a mesma lógica. ainda que exista prazer nessa síndrome de estocolmo, não deixa de ser uma espécie de servidão.
camila: total relacionado com a imortalização espectral. que para ovídio seria pela “obra”, e você continua: “este tem o poder mágico de fazer com que a parte mais nobre do seu autor – isto é, suas ideias, sua cultura, o “poder de roma” – sobreviva além de seu corpo.” e hoje em dia são nossos posts e stories. é uma espécie de caderno de artista curado com base na nossa personalidade, mas também para nosso público… todo dia uma nova exposição.
edu: nos satisfazemos com a fantasia de que tem alguém olhando. não importa quem ou quantos, na verdade importa sim, as vezes, mas geralmente a gente vai fazendo isso para um espectador imaginário, esse zeus, essa pessoa que tem esse poder de te legitimar, de eu vou querer te roubar para mim, sabe? e o doido dessa diferença, a obra não é externalizada, a obra se faz na corporalidade, na vivência com esse corpo junto com essas redes e ferramentas sociais. é ao mesmo tempo fantasioso mas altera nossa experiência de vida. é uma experiência física, corporal, real e concreta mas que passa por essa performance com essa câmera e essa espécie de reality show que a gente inventa.
camila: e é aquilo que serge margel diz no livro dele “the tomb of the artisan god: on plato’s timaeus” sobre como até esse deus demiurgo tem essa dualidade, ao mesmo tempo que o mundo é esse templo sagrado dele, regido de acordo com a sua própria imagem e gostos, a sua morte é iminente. suas criações são dividas em três, a material, a representação e a promessa. essa última tão importante em outro texto dele, “corpo de estrela e sex machine: sobre a estética do glamour”, no qual o glamour do corpo de estrela é a sedução da promessa impossível, um corpo perfeito, virtual, que seu exterior seja igual ao interior, fino e transparente, uma simbologia fantasmagórica. uma promessa que não pode ser cumprida, a promessa é justamente a de não prometer e isso é fantástico, a morte diária da nossa performance quando passa as 24h dos stories, não somos mais relevantes, foi-se o tempo, o dia é outro, preciso me manter interessante e desejável. ao mesmo tempo que servimos a esse demiurgo, nos vemos também um pouco nele, nossas redes sociais são esse templo e nosso corpo de estrela morre a cada dia nessa nossa representação virtual, enquanto, ao mesmo tempo, nossa materialização corpórea, nosso corpo real, se esvai também, mas de outra maneira, pela ação do tempo e dos recortes que fazemos dele para o campo imagético. estamos imersos na servidão ganimédica do corpo de estrela.
edu: eu vejo que tem muitas pessoas que quando fazem críticas dessas questões da internet e das redes sociais, falam como se tivessem de fora e eu sempre tento falar como alguém de dentro e que vive isso na pele e não como alguém que é superior a essa lógica, eu tô totalmente imerso nela e me auto analisando enquanto analiso essa questão. de que maneira isso me afeta? e as pessoas ao redor? não importa se você tem instagram ou não, é toda uma estrutura social que influencia. o instagram existe porque existe esse desejo na sociedade, não foi a plataforma que criou esse desejo nas pessoas. e ao mesmo tempo é interessante, sobre essa questão do medo, de pensar “estamos totalmente capturados”, nós não vemos dessa forma e a partir do momento que a gente fala sobre isso já estamos criando em cima disso e dessa realidade.
camila: edu, partindo pro outro texto, chatgpt, or the eschatology of machines tem duas imagens muito emblemáticas, uma da máquina de turing que se assemelha bastante com a do cerco de jerusalém pelos cruzados em 1099, retratado em uma miniatura de descriptio terrae sanctae (descrição da terra santa) por burchard de monte sião, século XIII.


fiquei pensando que, antes, os artefatos tecnológicos possuíam estruturas com um quê imponente e com o passar do tempo, foi se transformando em designs cada vez menores. você acha que essa escolha foi feita para que a tecnologia seja inserida cada vez mais no nosso dia a dia de maneira a nos auxiliar ou para que o pensamento escatológico seja transmutado de antes, medo da dominação pelo mecânico, pela causalidade linear, que não se auto regula, pelo medo da cibernética, mais orgânica , não linear e que se auto regula, ao passo que se insere no comum do cotidiano, gere dominação pelo medo da substituição? pensando nesses dois ideais do otimismo tecnológico e pessimismo cultural… gerando com isso uma alienação, pois, deveríamos estar preocupados com grandes empresas adquirindo nossos dados em vez acolher a tecnologia que pode ser integrada juntamente com a humanidade?
edu: o yuk é um filósofo da técnica. e sua ideia principal é a tecnodiversidade, que esse conceito de tecnologia que estamos falando, é uma forma de técnica que se criou e dominou o planeta terra através de violências coloniais, através do acabamento de outras culturas e técnicas. essa ideia eurocentrada que existe um ideal de progresso e evolução e, yuk investiga que, juntamente com essas ideias, há essa concepção apocalíptica do fim, de ir até um ápice catastrófico. e ele questiona para além desse pensamento, relacionando à tekne a poética da criação, de pegar algo da natureza e transformar em outra coisa. podemos pensar nisso por um viés de dominação, como tem acontecido, de se arrancar tudo que existe na terra, por meio das figuras dos bilionários e da mineração, que tem produzido as mudanças climáticas, ou seja, sugar tudo que a terra pode oferecer e ganhar o máximo de dinheiro com isso. mas existem outras técnicas também, de cada povo com sua capacidade de criação local relacionada com os materiais do espaço em que estão e a sua história. menos dessa coisa alienígena que vai chegando e dominando tudo e impondo o que é mais ou menos moderno. e quando yuk fala de inteligência artificial, ele coloca nesse lugar de que não é só uma técnica de dominação, pode ser utilizada de outras formas, o problema não é a possibilidade de criar um código que produza textos e imagens e sim o modo como vai ser utilizado. e gostei da relação que você pontuou das imagens, lembrei da ligação do panóptico e da cartela de anticoncepcional. sobre poder, controle, dominação e colonizações. não é a toa que estamos vivendo o que estamos vivendo e, por causa de discursos como o de yuk, que traz a tona a possibilidade de que exista a discussão, de que é possível ter algum tipo de negociação e que essa minoria rica não tem esse poder absoluto que elas querem ter sobre a maioria.
camila: tipo aquela técnica de dominação social que paul b preciado fala em um dos livros dele, que uma empresa americana de comida na década de 1950/1960 financiou a venda de calcinhas e cuecas anti-masturbação para adolescentes. e como essa empresa estava impregnada nas casas e no cotidiano familiar, desde do café da manhã, pelo alimento, até a noite com esses objetos castradores do desejo. o contrário do contexto atual, tipo o que darian leader fala sobre como a sociedade impera a ordem do “goza”, no sentido sexual, profissional e social. quando se tem esse tipo de comando e incentivo, sentimos a necessidade de buscar algum controle que nos guie.
edu: e já se pode voltar a relacionar com rapto ganimédico. com o algoritmo e a previsibilidade que os aplicativos trazem, tudo o que a gente quer é isso, que alguém nos diga se precisamos comer menos ou mais ou tal e tal coisa, sabe? ser bebezinho nesse sentido. e a nossa relação com a internet foi totalmente rapto, a gente começou a usar a internet desde criança, acompanhando cada passo e desde então nossa vida está sendo registrada. e o pior é que a gente acha que é importante, quando na verdade não é, se eu apagar o instagram, minha vida não vai mudar em nada, mas eu sinto que sim. é uma coisa que estamos envolvidos, a gente sente que ganha alguma coisa, mesmo que não seja dinheiro, mas as vezes pode ser, e a gente doa tudo que a gente tem sem saber para o que vai ser usado. justamente por que a recompensa, ela é sempre uma fantasia, uma idealização que está por vir, não é algo concreto, se eu apagar um app minha vida continua igual. e para o campo das artes, para entrar num edital pra exposição, você vai olhar a ementa e não fornecem o lugar, materiais audiovisuais, coquetel de abertura, etc. além de levar o teu trabalho, que tu pagou pra fazer, porque ninguém pagou, você que comprou os materiais e gastou a tua energia fazendo, ainda tem que pagar todas as condições materiais para poder expor. residências também, além de você como artista ter que ir para lá, tem que pagar também… pagar para trabalhar literalmente e não ganha nada, que é a recompensa é ser um artista que participou daquilo, ter o título, a visibilidade, não é uma recompensa concreta.
camila: aquilo de saber que o que vai se ter é uma migalha da recompensa e ainda se ansiar por ela.
edu: e aí essas redes sociais elas nos colocam a serviço delas, porque a gente usa o instagram de graça mas eles ganham dinheiro em cima do nosso uso. e a ideia de uma certa recompensa nos alimenta e nos mantém. o que é muito mais divertido, porque eu quando trabalhava como caixa de loja, vivia fazendo stories, como se eu fosse o caixa de loja influencer. era uma maneira de lidar com aquela situação, sabe? dar um certo sentido para além da vivência concreta de que eu precisava ficar horas e horas passando um sensor em roupas e depois voltar pra casa. é difícil lidar com o fato de que não tem recompensa.

- Artista visual – Bacharel em Artes Visuais pelo Instituto de Artes/UFRGS – Mestre em Poéticas Visuais pelo PPGAV do Instituto de Artes/UFRGS – Doutor em Linguagens Visuais pelo PPGAV da EBA/UFRJ. Em 2008, foi bolsista PROPESQ na Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFRGS no projeto da revista científica Revista Cena, com orientação da Prof Marta Isaacsson. Em 2009, foi bolsista PROREXT no Departamento de Artes Visuais da UFRGS, no projeto Mostra de vídeo experimental Vaga-lume, com orientação da Prof Maria Lúcia Cattani. Entre 2010 e 2011, foi bolsista PIBIC na pesquisa Territorialidade e Subjetividade: cartografia e novos meios, com orientação da Professora Maria Amélia Bulhões. Em 2011, foi bolsista EVENTO do Projeto de Pesquisa Formas de Pensar a Escultura: Perdidos no Espaço, sob coordenação da Professora Maria Ivone dos Santos. Entre 2012 e 2013 foi bolsista PROREXT na Gráfica da UFRGS. Em 2015, realizou Estágio Docência na disciplina de “Xilogravura” no Departamento de Artes Visuais do IA/UFRGS sob orientação do prof. Hélio Fervenza, como parte das exigências do Bolsista de mestrado – CAPES. Como artista, suas propostas partem de memórias e acontecimentos cotidianos, explorando a correlação entre aspectos da formação sociocultural do indivíduo e da formação de uma linguagem artística. Trabalha com projetos gráficos, projetos para a internet, fotografia, vídeo, texto e instalações multimeio. (texto informado pelo autor) ↩︎
- Artista multímidia, pesquisadora e escritora com foco em arte, filosofia, moda, sociedade, tecno diversidades e simbologias da comunicação. Bacharel em Arte e Mídia na Universidade Federal de Campina Grande – UFCG (2024). No qual, foi monitora da disciplina “Projeto I” em 2024, bolsista PIBIC do projeto “TEARTE: a pintura como ferramenta psicomotora e sensorial para o desenvolvimento de crianças com transtorno do espectro autista” (2022/2023) e organizadora do evento local “A arte e a mídia delas” (2022). Realizou três exposições “cavidade aberta” (2024), “antologia do amor” (2024) e “Farra” (2025). Concorreu na mostra competitiva da 3ª edição do festival regional de cinema “Muído: Festival de Campina Grande” com o fashion film experimental “íntima overdose” . Com passagem pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal do Ceará – UFC (2025). Atualmente é editora de conteúdo visual e redação no blog/revista online “arquivo blush”, diretora executiva e redatora chefe da revista “Farra”, contemplada pelo edital “Biliu de Campina e desenvolve uma pesquisa/artefato para o PPGDesign da Universidade Federal de Campina Grande – UFCG. (texto informado pelo autor) ↩︎

_arte: julia lacerda



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