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identidade já foi a minha maior fonte de felicidade; hoje, me aprisiona – e se o meu quarto me aprisiona, se a internet…

sinto que o toque restitui meramente nossa distância. ao deslizar a ponta dos meus dedos, lhe mostro o silêncio. não há mais necessidade…

podemos fazer todo o esforço do mundo pra não coabitar com alguém no ciberespaço. nada disso vai te impedir de ver alguém que…

nessa história, pode ser torre, pendurado, roda ou mundo. o movimento é sempre constante. o rolar das nossas telas é como essa queda.…

para essa edição da expo blush, pedimos aos leitores que nos enviassem artes únicas e especiais feitas pelo kidpix – esse software que…

precisamos compreender que não há posicionamento inocente: como aprendemos a ver? como aprendemos a discernir a partir dos sentidos? gosto muito de quando…

Sou uma humilde feminista fanática permanentemente conectada à internet, sem peso diante da tela, flutuando fora do espaço e do tempo.

este ensaio não busca responder como vencer o algoritmo, mas talvez insinuar como brincar com ele. se os algoritmos são feitos de padrões,…

como grande parte da nossa cultura hoje acontece online, sem a dedicação de arquivistas e organizações fazendo esse tipo de trabalho, corremos o…

achamos que ainda temos esse brilho no olhar ao olharmos com carinho para algo que pode nos remeter a um passado que vivemos,…

é difícil lidar com o fato de que não tem recompensa.
Blush
a blush é um projeto colaborativo escrito, curado, recortado e colado por 9 garotas que criam para si mesmas e de umas para as outras, e agora com vocês.
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