Categoria: textos


  • eu odeio o meu quarto

    eu odeio o meu quarto

    identidade já foi a minha maior fonte de felicidade; hoje, me aprisiona – e se o meu quarto me aprisiona, se a internet me aprisiona, se meu trabalho, minhas roupas, minhas maquiagens, tudo me aprisiona, santo deus, o que me liberta?

  • quasi-toques

    quasi-toques

    sinto que o toque restitui meramente nossa distância. ao deslizar a ponta dos meus dedos, lhe mostro o silêncio. não há mais necessidade de dizer mais nada. meu ‘‘boa noite’’.

  • O algoritmo não sabe que a gente terminou

    O algoritmo não sabe que a gente terminou

    podemos fazer todo o esforço do mundo pra não coabitar com alguém no ciberespaço. nada disso vai te impedir de ver alguém que você já amou profundamente na aba “pessoas que você talvez conheça”. sempre que isso acontece, dou uma risada de canto por causa da palavra “talvez”.

  • ritmo de algol

    ritmo de algol

    nessa história, pode ser torre, pendurado, roda ou mundo. o movimento é sempre constante. o rolar das nossas telas é como essa queda. as imagens vão para cima como se nós fossemos para baixo. vamos caindo infinitamente. como alice quando cai no buraco atrás de um coelho branco reclamando estar atrasado.

  • você é seduzido pelos seus dados?

    você é seduzido pelos seus dados?

    refletindo sobre o consumo influenciado pelos algoritmos

  • rede algorítmica de haraway

    rede algorítmica de haraway

    precisamos compreender que não há posicionamento inocente: como aprendemos a ver? como aprendemos a discernir a partir dos sentidos? gosto muito de quando ela fala que “ser” é muito mais problemático e contingente e, portanto, tentar ver a partir de um lugar estático (a identidade como essencial) é simplesmente um sistema fadado ao fracasso.

  • o que perdemos quando deixamos de procurar

    o que perdemos quando deixamos de procurar

    este ensaio não busca responder como vencer o algoritmo, mas talvez insinuar como brincar com ele. se os algoritmos são feitos de padrões, talvez a resposta esteja no desvio, no erro, no que não escala, no que não vende.

  • preservando o passado digital: um mini guia de arquivamento da web

    preservando o passado digital: um mini guia de arquivamento da web

    como grande parte da nossa cultura hoje acontece online, sem a dedicação de arquivistas e organizações fazendo esse tipo de trabalho, corremos o risco de perder o registro de quem somos.

  • utopia da recompensa: tecnodiversidade e linguagem
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    utopia da recompensa: tecnodiversidade e linguagem

    é difícil lidar com o fato de que não tem recompensa.

  • adrian&coca cola
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    adrian&coca cola

    em paixão simples, a ausência como mais alta forma de presença  é exemplificada nas promessas que Ernaux faz pra ela mesma no decorrer da sua rotina, ela dá dinheiro aos pedintes e faz desejos, ela espera que em troca o amante dela ligue. dias ou tarefas normais são amaldiçoadas pela ausência de alguém e te…

  • blush viva, *impressa* e online

    blush viva, *impressa* e online

    para 2025, estamos com planos de trazer uma nova blush pra vida

  • mortalha quimérica

    mortalha quimérica

    dar algo que não se tem a alguém que não o quer.

  • how to: fazer uma boa festa

    how to: fazer uma boa festa

    planejar pode ser estressante: quem chamar, amigos que não se gostam, o que servir, como montar uma playlist “descolada” que anime as pessoas… mas essa preocupação sempre some quando as pessoas finalmente chegam e você se diverte sem precisar pensar em como vai voltar pra casa

  • like a virgin: uma análise dos ritos de iniciação na vida da mulher
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    like a virgin: uma análise dos ritos de iniciação na vida da mulher

    e como quebrar esse fatídico processo? se essa construção de imaginário de como a sexualidade feminina deve se portar advém do seio familiar? a virgindade como um totem de bem estar social, de poderio da classe média alta, um regulador do estado sobre os cidadãos e dos pais sobre as filhas.

  • our best revolt is self-preservation

    our best revolt is self-preservation

    um megapost de aniversário

  • ritos de passagem como manifestações artísticas
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    ritos de passagem como manifestações artísticas

    os ritos de passagens são um espelhamento utópico de uma materialização de uma quebra de expectativa nossa com o passado, no qual, o ato do desejo por si só, é força motriz.

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